terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O natal do consumismo já era?

Final do ano chegando, pessoas se preparando para o Natal, uma festa pagã que celebra o nascimento do menino Jesus, e que há muito tempo tornou-se a festa do consumo.

Com o 13° nas mãos, pessoas alimentavam o mercado, o que tornava a data do Natal a mais importante para o comércio brasileiro.

Hoje em meio à crise, o que se vê são pessoas com medo, medo de consumir e ter que pagar muitas dívidas ao longo do ano que chega, pessoas com a incerteza de que talvez não estarão trabalhando em 2009.

Do outro lado, empresas fazendo demissões em massa, cofres secos, Multinacionais pedindo empréstimos exorbitantes, Estatais anunciando férias coletivas e governos preocupados com as conseqüências deste crack.

Como dizem que “há males que vem para o bem”, poderíamos através desta tensão, refletir onde estão os nossos reais valores natalinos. Será se ainda temos estes valores? Ou nos tornamos apenas máquinas de consumo que aproveitam o simbolismo da data e a influência do mercado para vangloriar nosso ego consumista.

4 opiniões:

Guilherme Santos disse...

nao sei porque tanta implicância com essas datas consumistas shauashuashua
todo mundo sabe disso mas por causa disso vai deixar de celebrar o natal?
eu que nao, acho até bom que as empresas lucrem bastante, depois todo mundo ganha presente e fica feliz mesmo que fique sem dinheiro :D

maysa disse...

Pra mim o natal perdeu a graça faz tempo...
nao tenho dinheiro msm, tanto faz deixar de consumir alguma coisa..
hsuahsuahsuahu...

Ismael de Souza Oliveira Júnior disse...

Muito foda cara... vc está de parabéns!!!!

é muito bom lembrar o povo, que o Natal é um tempo de reconciliação, mostrar ao povo que num é só de presente que a gente vai fazer alguém feliz... os valores morais estão se perdendo e um dos culpados é o consumismo e as pessoas que acham que eu presente vai fazer a diferença na vida de uma pessoa...

Vinicius Braga disse...

Eu deixei de ter espirito natalino aos 12 anos. Já o consumista nunca me abandonará. O grande lance é nao exagerar e deixar que isso restrinja seu projeto existencial a superficialidade.
Afinal compro, logo existo.